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LUZ DE EMERGÊNCIA LED – Conserto e funcionamento


Visão geral da luz de emergência 30 leds

Tem aparecido no mercado um modelo barato de luz de emergência, de led’s, que costuma estragar com pouco tempo de uso.  Este artigo explica o funcionamento (de modo superficial) e o modo de consertar esta luz de emergência.  Apesar do preço, as peças que foram trocadas não custam 1/10 do valor do equipamento, facilitando a sua reciclagem e reutilização.  Obviamente, a bateria deve estar em condições de uso.

A luz de emergência mostrada aqui é o modelo de 30 led’s brancos, com uma bateria selada com tensão de 4V e capacidade de 1,1 AH.  A marca é LLUM, placa modelo HB830, mas provavelmente é vendida sob várias denominações, pois é um circuito de origem chinesa (este foi fabricado por Jinli Lighting Co.).

Os fios azul e preto, soldados à placa e com as conexões cobertas por fita isolante líquida, não são originais.  Foi uma adaptação realizada pela manutenção do condomínio onde estavam instaladas as luzes.

LuzEmergenciaLLUM-Corrigida

O esquema é simples (e incomum, especialmente considerando a entrada da rede elétrica).  O circuito utiliza uma fonte de alimentação sem transformador (FAST), função realizada pelo capacitor de entrada C1, de 1,5uF/400V.  R1 é o resistor de descarga de C1.  Este tipo de fonte não é isolado da rede elétrica, portanto ao ligá-lo, HÁ RISCO DE CHOQUE ELÉTRICO, SEMPRE.

A tensão da rede elétrica, então rebaixada, é retificada e utilizada para carregar a bateria.  Se faltar luz, o circuito desbloqueia os dois transistores PNP – ligados em paralelo – de modo que eles conduzam, energizando os led’s.  O brilho deles pode ser diminuído caso seja ligado o diodo D7, em série com o ramo de alimentação, através da chave de 3 posições (Hi – OFF – Low).

Ao retornar a energia elétrica, o circuito bloqueia novamente a condução dos transistores, através da polarização inversa das bases (tensão positiva vinda do diodo D8 – 1N4148).  Se este aparelho ficar ligado na tomada, mesmo colocando a chave em OFF, a bateria continuará carregando.  Um detalhe:  a numeração dos componentes foi feita de modo automático, e não corresponde ao circuito original.

O circuito tem poucos componentes, utilizados no limite de suas especificações.  Isto faz o aparelho ter um custo baixo e pequena vida útil.  Em 3 destes equipamentos, foram encontrados danificados o capacitor C2 (220uF/16V), o resistor R4 (620 ohm) e os transistores Q1 e Q2 (S8550D).  A placa informa que tem um zener de 3,9V (D8).  Mas em todos os modelos consertados, foi encontrado um diodo 1N4148, que foi preservado.  As fotos a seguir mostram a placa já funcionando, com os componentes substituídos.
Placa - Peças trocadas

Placa - vista diodo

Peças defeituosas
Somente o capacitor e o resistor conseguem ser verificados visualmente.  Os transistores, só se sabe testando (ou trocando direto).

Nos datasheets encontrados na internet sobre o transistor S8550D, há informações de que pode manejar correntes de 1,5 A, e dissipar 1W.  Estes transistores foram substituídos pelos BC327, que podem manejar 800mA e dissipar 625mW.   Até o momento, a substituição deu bons resultados, não voltaram a apresentar defeito.  É importante cuidar a sua polaridade, que é invertida em relação ao 8550.  Pode-se também trocar por transistores mais potentes, como o BD136, mas o custo aumenta e a mão de obra também, pois deve-se alargar os furos na placa.  Na figura a seguir, é mostrada a pinagem dos transistores.
Pinagem dos transistores PNP
O problema principal deste projeto talvez seja o capacitor de filtragem de 220uF, pois mesmo sendo do tipo 105ºC, danificou-se.  Capacitores desta classe de temperatura ainda são difíceis de encontrar em algumas lojas, por isto foi feita a troca por um modelo comum, de 85ºC, mas com maior tensão de trabalho (220uF/50V).  A intenção, neste caso, foi diminuir o aquecimento da peça e evitar sobrecargas.

Outro componente difícil foi o resistor de 620 ohm.  Optou-se pela ligação em paralelo de um de 680 ohm com outro de 6k8 ohm.  Com isso, o valor ficou próximo, em torno de 610 ohm.  O resistor de menor valor (680 ohm) é de 1W – para dissipar melhor o calor – e foi montado mais alto na placa.  Após substituídos os componentes mencionados, todos os aparelhos voltaram a funcionar normalmente.

Associação Resistores

Notas finais

- Um detalhe poderá elevar a vida útil do equipamento.  A bateria é de chumbo-ácido, do tipo selado.  Mesmo nestes modelos é comum aparecer oxidação no entorno dos fios de conexão.  Na foto, pode-se ver que o cobre da placa de circuito impresso dos led’s já está deteriorando, pois fica junto da bateria quando o aparelho está fechado.  A solução paliativa para isso é limpar a região afetada, recuperar (se necessário) as trilhas de cobre e depois isolar a área com vaselina sólida ou um óleo desengripante, tipo WD40.  Deve-se tomar cuidado com o óxido da bateria, pois é corrosivo.  Pode ser necessário trocar a fiação da bateria, pois eventualmente estes cabos oxidam por dentro da capa plástica.

Placa leds corroída

- Esta luz de emergência foi modificada, algum tempo depois, onde foi melhorado o sistema de acionamento dos LEDs.  Confira  neste post.

- Para quem tiver interesse em conhecer e saber como ligar corretamente os LEDs, veja este outro post.

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  1. José Romildo de Souza.
    19 de setembro de 2014 às 18:00

    Boa tarde Euzébio, amigo eu tenho 5 lampadas de emergência em minha casa que deixou de funcionar, já ia jogar no lixo quando resolvi consertar e como vc falou, por ser um equipamento barato não compensa mandar consertar. Mas no meu caso por ser um eletricista aposentado gosto de ter algo para não ficar ocioso. Vamos ao que interessa. Na placa em questão, vc sita o C2 220nf x 25 v e o resistor R4 estourados, só que na minha placa não tem o R4 o lugar esta vazio, o resistor que esta pifado é o R3 juntamento com C2. Comprei os capacitores com a voltagem maior tipo 50 volts e quanto aos resistores R2 não estou achado esse valor de 2K por não ser comercial. Como devo proceder nesse caso. Um abraço e fica com Deus.

    • 19 de setembro de 2014 às 22:32

      José Romildo, fique atento ao valor do capacitor C2: é um eletrolítico, polarizado, de 220uF (microfarads) e 25V de tensão de trabalho ou mais. Não é de 220nF (nanofarads).
      Para conseguir o valor de 2K, é simples: monte um resistor de 2K2, junto com outro de 22K em paralelo.
      Ou utilize um de 2K2 e cuide o resultado.
      Além disso, verifique atentamente os outros componentes, se o circuito não é igual ao que coloquei no artigo, podem haver diferenças importantes de componentes.

      • José Romildo de Souza.
        19 de setembro de 2014 às 23:49

        Ok meu amigo Euzébio, o valor de C2 é mf e não nf foi erro de digitação meu. Coloquei o capacitor e os dois transistores que consegui na minha sucata e já estou com uma emergência funcionado. Agora para ela ter vida útil mais longa, seria melhor trocar os transistores para BC327.

  2. Carlos
    12 de setembro de 2014 às 19:08

    Prezado Eusébio, boa noite. Não entendo praticamente nada de eletrônica. Temos várias lâmpadas de emergência queimadas em nosso condomínio. Abri algumas por curiosidade e percebi que elas tem um capacitor eletrolítico que está furado e um resistor que está torrado. A marca destas lâmpadas é AIHA. Seria possível retirar a placa de circuito delas e aproveitar este seu projeto com a bateria de lítio das mesmas? Peguei uma das lâmpadas que estava funcionando e verifiquei os valores do capacitor e as cores do resistor e fui a uma eletrônica e comprei os componentes e troquei, mas quando liguei a mesma na tomada ela “fritou” novamente.
    Obrigado.

    • 12 de setembro de 2014 às 21:32

      Carlos, é provável que não só o capacitor eletrolítico e o resistor estejam danificados. Muitas vezes, a bateria sofre estresse excessivo, por causa do circuito de carregamento extremamente simplificado. Outros componentes também podem estar queimados.

      Não conheço nenhum modelo de lâmpada de emergência com bateria de lítio, todas que vi até hoje são com bateria de chumbo-ácido. Sendo assim, o circuito de carregamento não é o mesmo, pois os parâmetros de carga de cada bateria são diferentes. Seria problemático implantar o circuito de um em outro.

      Já no caso do acionamento dos LEDs, tudo bem, pois ele deve ter um controle de corrente sobre eles.

      • Carlos
        15 de setembro de 2014 às 10:07

        Bom dia. Já havia desenhado no final de semana o circuito deste esquema disponibilizado por você e esta semana iria atrás dos componentes para montá-lo. Seguramente existem mais componentes danificados no circuito. O capacitor e o resistor foram os que identifiquei visualmente. Em relação à bateria, ela está em boas condições pois testei a mesma em uma lanterna que tenho e realizei o procedimento de recarga em um recarregador de baterias de lítio 18650 e testei com multímetro tanto a voltagem quanto a amperagem antes e depois. No caso então de aproveitar este circuito e a bateria de lítio corre-se o risco da mesma vir a “explodir”? Na região onde moro ocorrem muitos picos de energia e acredito que é justamente nestes “surtos” da rede elétrica que as luminárias dão problema.

      • 19 de setembro de 2014 às 22:46

        Carlos, eu não me preocuparia com os picos de energia, pois em geral eles não deveriam ser suficientes para causar danos. Mas se o problema é sério, o ideal seria solicitar à concessionária um teste do aterramento, pois pode estar com problemas. Geralmente este serviço é cobrado. Um eletricista equipado com megôhmetro (não é multímetro) poderia fazer o teste.

        Sobre o carregamento de baterias, melhor procurar algum circuito que faça o serviço da maneira correta, ou desmonte um destes carregadores da 18650 e adapte à tua luz de emergência. A possibilidade de explosão é bem real, vide os celulares e máquinas digitais, com suas baterias estufadas.

  3. João Carlos Agostini
    4 de agosto de 2014 às 11:40

    Olá
    Pode-se fazer uma pergunta(s) de principiante? Gostaria que me esclarecesse (ou indicasse literatura) sobre por que usar C1 e R1 em vez de apenas um R adequado? Qual a função de D1? E por fim, qual a função de C2 na ponte de diodos.
    Espero que tenha tempo apra responder.
    Obrigado.
    Abs.

    • 4 de agosto de 2014 às 22:59

      João Carlos, você pode fazer uma pesquisa com os termos “fonte de alimentação sem transformador”, ou em inglês, “transformerless power supply”, certamente haverá quem explique melhor.

      No caso do esquema mostrado no post, um capacitor fornece mais corrente e não aquece tanto quanto um resistor. Por exemplo: calcule, pela lei de ohm, a potência necessária para um resistor converter 220VCA em 12VCA, com 100mA de corrente. Note que você terá uma queda de tensão no resistor de 208VCA. Sobre 100mA, a potência necessária seria P=VI. Ou seja, 20,8W. Esta é a potência dissipada, então é melhor comprar um resistor de 50W. Só o tamanho do resistor já inviabiliza a sua ideia.

      Além disso, R1 é de valor altíssimo no esquema, ele serve somente para descarregar C1 e evitar choque nos pinos de entrada de 220V, após o equipamento ser desligado da rede elétrica.

      As funções de D1 e C2, vou ficar lhe devendo, não sou grande conhecedor destas fontes. Mas eu acredito que D1 sirva para ajudar a reduzir a tensão, antes da retificação. C2 igualmente, pois um capacitor em rede alternada atrasa a tensão em relação à corrente, isso pode estar sendo usado para ajudar a filtrar a tensão de carga. Mas não lhe afirmo com certeza.

      • João Carlos Agostini
        5 de agosto de 2014 às 09:17

        Caro eusebiop
        Obrigado pelas respostas. O esclarecimento sobre o RC paralelo já foi muito importante. Farei a pesquisa que mencionou. É muito difícil achar material sobre o RC paralelo, mas muito fácil sobre o em série, o mais usado.
        Valeu.
        Abs.

      • 5 de agosto de 2014 às 19:49

        João Carlos, dê uma olhada também neste link, apesar de estar em inglês, ele ensina a calcular o capacitor: http://www.edn.com/design/power-management/4418393/AC-power-your-circuit-without-a-transformer.

        E aqui, tem uma fonte sem transformador, de 12V 100mA: http://www.electroschematics.com/3752/transformer-less-power-supply/

        Atenção, não confunda circuito RC utilizado em osciladores com este utilizado em fontes. As finalidades são totalmente diferentes.
        Nas fontes, quem manda é o capacitor, que abaixa a tensão e determina a corrente de saída. Aliás, estas fontes são adequadas só quando o consumo de corrente é constante, pois o capacitor varia bastante a tensão se o consumo muda.

        Vi na internet vários esquemas de fontes sem transformador, apenas com o capacitor em série mais um ou dois resistores, mas sem qualquer resistor em paralelo. É um perigo, pois mesmo depois de desligado por dias, o capacitor continuará carregado e poderá dar um potente choque. Não arrisque.

    • João Carlos Agostini
      5 de agosto de 2014 às 21:26

      Oi
      Não se preocupe, não estou construindo nada, é apenas estudo. Ainda bem que afirmou ser esse circuito RC paralelo diferente dos osciladores, pois estava me perguntando como diferenciar um do outro. Mas, entretanto, as fórmulas são as mesmas para calcular a impedância do circuito, ou não? O que define a diferença é o fato deste circuito estar na entrada de uma fonte, é isso?
      Percebi, veja se estou certo (isto tem que haver com as fórmulas que perguntei acima), que o capacitor C1 se carrega muito pouco, pois a sua contante de tempo é muito superior a frequência da fonte. Ele descarrega no ciclo negativo. Vi isso no simulador do Proteus.
      Obrigado pelos links.
      Também observei o que disse sobre as fontes FAST, em nenhum vi o resistor de descarga.
      Mas no link que me enviou ele está lá!
      Abs.

      • 6 de agosto de 2014 às 23:08

        João, sou técnico autodidata, não engenheiro…
        Por isto, minha visão dos circuitos sempre será mais prática e menos teórica.

        Certamente a associação de um resistor e um capacitor em paralelo sempre utilizará a mesma fórmula para cálculo de impedância, mas a necessidade e a aplicação dela depende do modo com que o circuito funciona.

        O circuito RC de um oscilador ressoa em determinada frequência, que depende da relação de valores entre os componentes.

        Já para o circuito RC da FAST, é a reatância do capacitor que importa, ela deixa passar determinada corrente alternada (de 60Hz), que depois será retificada, filtrada e estabilizada. São empregos completamente diferentes.

        Além disso, os componentes de uma FAST devem ser especiais, para altas tensões, ao contrário de uma referência RC de oscilador, cujas peças precisam ter estabilidade de parâmetros.

        Inclusive, muitas FAST exibem somente o capacitor, porque é ele que realmente trabalha naquele tipo de circuito. Lembro que a ANTENNA publicou um trabalho bem completo sobre FASTs na década de 1980, a editora vendia há algum tempo a coleção completa em CD.

      • João Carlos Agostini
        7 de agosto de 2014 às 10:52

        Oi

        Não sou um estudante de engenharia eletrônica, caminho também pelo autoditatismo, mas não tenho a característica da praticidade experimental, ou seja, preciso realmente entender como o circuíto funciona (não no sentido do cálculo integral e diferencial), principalmente no que toca a circulação da corrente e transporte da tensão, e conhecer as fórmulas básicas para me aventurar a realizar pequenos projetos simples, minha ambição.

        Sua resposta, entretanto, deu-me os parâmetros de como olhar um circuíto. Pois tudo parecia mágica como, por exemplo, um circuito RC paralelo ser um abaixador de tensão, um filtro, um oscilador etc., apenas porque quero que ele aja assim. O problema é que olho os símbolos e não os componentes. Vejo um desenho de um RC paralelo e tento entendê-lo como o desenho de um comportamento definido. Você me abriu a cabeça.

        Montei o circuito no Proteus para ver o comportamento em simulação mas tive que chutar o valor dos leds brancos, estimei, por listas de características de leds que li, em I= 30mA e V=3,7V. É isso mesmo ou próximo?

        Muito obrigado.
        Abs.

      • 7 de agosto de 2014 às 19:44

        João Carlos, você já ouviu este ditado? “Na prática, a teoria é outra.”

        Pois é o que acontecerá ao montar os circuitos reais, já que os componentes eletrônicos exibem várias tolerâncias, de diversos modos, que os simuladores não conseguem imitar, só aproximar.

        Além disso, só a prática lhe dará o conhecimento necessário. Mesmo que você saia montando circuitos muito simples, como um multivibrador astável com dois transistores ou um microfone sem fio FM, ou um pisca-pisca com microcontrolador. A prática, junto com a teoria, serve para entender, por exemplo, como uma bobina que tem resistência quase nula não é um curto-circuito para corrente alternada (efeito utilizado em divisores de frequência de caixas de som).

        Comece o quanto antes a montar o que quer que seja, não espere, você estará perdendo um tempo precioso. Digo isso por experiência própria, quando adolescente fiquei muitos anos aguardando o componente exato, o melhor circuito, a configuração ideal, etc. Adapte-se, faça algo com aquilo que tem à sua volta, é a melhor maneira de aprender.

        Informe-se com boas publicações. Cansei de montar circuitos que não funcionaram, simplesmente porque a revista só publicou o esquema, sem testá-lo. Isto me deixava extremamente desapontado, várias vezes pensei em abandonar a eletrônica, apesar de ser minha vocação desde a infância.

        Por ordem de aprendizado, quem mais me ensinou eletrônica foi a Elektor (acho hoje que só tem na Europa), disparado. Em segundo, a Nova Eletrônica (derivada da Nuova Elettronica italiana, ainda hoje existente), principalmente o áudio profissional e algumas técnicas industriais. Em terceiro, a Antenna, com os mais variados assunto (especialmente antenas), sempre numa linguagem agradável e com muitos radioamadores competentíssimos. Depois, a Divirta-se com a Eletrônica, que ajudou com eletrônica digital. Por último, a revista Rádio Monitor, com bons textos teóricos. E o resto, é o resto.

        Hoje, é necessário escolher uma área e focar nela, pois os ramos da eletrônica dominam todas as áreas. Estudar microcontroladores é um bom começo, e o Proteus permite simulações com eles.

        E a internet traz tudo à sua casa, você pode ter acesso a publicações como Circuit Cellar, Everyday Practical Electronics e muitas outras, além das já mencionadas acima. Há também muitos livros bons no exterior, para qualquer especialidade de eletrônica.

        Sobre o circuito de LED, 3,7V é a tensão máxima que ele costuma alcançar sobre seus terminais, já a corrente depende da potência do LED, pois pode ir além de 30mA. Dê uma olhada em meu post sobre os LEDS – Como ligar, sem queimar.

      • João Carlos Agostini
        7 de agosto de 2014 às 22:21

        Concordo com tudo o que disse, com a exceção do ditado. A princípio não concordo com a tese de que na prática a teoria é outra. O que explica o grande desprezo pelo estudo entre os nossos estudantes e profissionais (por isso temos que estudar inglês para conhecer os estudos dos outros). O que vejo é que na prática só a teoria não é suficiente, mas sem esta, a prática seria um jogo de erro e tentativa sem resultar em conhecimento.
        Não nego que devo ter um problema psicológico em relação ao fazer sem conhecimento de causa. Por exemplo, se tivesse que montar o circuito acima, nunca o faria sem entender a função do diodo D1, pois o veria funcionando sem saber por quê. Não sentiria prazer algum.
        É fato, entretanto, que, sem montar nada, não adquiro nenhuma habilidade e compreensão dos circuitos, até em função dos erros que cometemos. Por isso, vou seguir já o seu conselho.
        Vou ver o seu artigo sobre os leds.
        Obrigado pela paciência.
        Abs.

      • 9 de agosto de 2014 às 23:38

        João Carlos, por considerar a teoria importante é que meus artigos são longos, muitas vezes extenuantes…

        Este ditado pode ser compreendido de várias formas. Para mim, significa que, após você estudar a teoria, a prática lhe ensinará muitas outras coisas, que não eram evidentes durante o estudo. Isso permite ao experimentador estabelecer relações e entendimentos de múltiplas formas, que jamais seriam alcançadas apenas com o estudo teórico. E mais, a prática ajuda (e auxilia, apressa, impele) o entendimento de coisas que nas palavras não é fácil de explicar. Praticando, você ganha tempo!

        Aliás, o Brasil seria muito mais desenvolvido culturalmente, se todas as escolas fizessem intenso uso de laboratórios e saídas a campo.

        Por outro lado, a qualidade dos componentes eletrônicos vendidos no Brasil beira a sacanagem. Por exemplo, os transistores e capacitores eletrolíticos vendidos no mercado nacional geralmente são refugo de outros países. Só na linha industrial se consegue bons componentes. Portanto, escolha muito bem o seu fornecedor, para não decepcionar-se com circuitos que teoricamente deveriam funcionar ou apresentar determinadas características, mas na realidade ficam muito abaixo do esperado.

      • João Carlos Agostini
        9 de agosto de 2014 às 23:51

        Sim, o ditado deveria ser entendido dessa forma, como os seus artigos mostram. A prática ajusta a teoria à realidade imperfeita dos componentes existentes, enquanto no papel eles são perfeitos. Deveria.

        Vc agora me deixou preocupado sobre os componentes. Como vou saber, entre tantos fornecedores e fabricantes, quem vende ou faz produtos de confiança? Não esperava por essa. Vc tem alguma(s) loja(s) online que confia mais? Ou algum método de análise?

      • 10 de agosto de 2014 às 19:59

        João Carlos, em princípio os componentes funcionam na maioria dos circuitos. Só quando o projeto é mal feito e não funciona por causa de alguma tolerância não planejada. Os circuitos da Elektor, todos até hoje funcionaram como esperado.

        Mas quando você precisa componentes de potência ou de baixíssimo ruído, escolha fornecedores qualificados.

        Não conheço muitas empresas, mas na época que tinha firma de eletrônica, comprava da Eletropeças e da Mundison, brasileiras. A mais conhecida é a Farnell, empresa inglesa e de alta competência, com escritório no Brasil e venda no varejo. No mesmo nível, também tem a RS Components, também estrangeira. Outras muito conhecidas são a Future Electronics (escritório no Brasil), a Mouser e a DigiKey, mas destas 3 últimas, nunca comprei.

      • João Carlos Agostini
        11 de agosto de 2014 às 11:30

        Olá
        Muito obrigado pelas dicas.
        Pensei que ainda trabalhasse com eletrônica. Se me permite, o que faz agora?
        Abs.

      • 12 de agosto de 2014 às 19:41

        João Carlos, hoje minha área de atuação é na informática.

  4. 28 de junho de 2014 às 09:42

    Bom dia a todos , continuo minha jornada de trabalho descartando o uso destas baterias de 4 volts que são colocadas nas luminárias de leds , que ainda não tem no mercado e as que vem nas mesmas são de péssima qualidade, então utilizo somente o painel de leds c a luminaria sendo energizada por central de luz de emergencia que eu mesmo monto , instalo e dou manutenção, nas versões de 24 volts e 12 volts, neste caso elas são bem eficientes e vão durar muitos anos sem manutenção, meu contato aí vai: contatoilumiled@bol.com.br

  5. Giovani
    27 de junho de 2014 às 09:38

    Por que foi colocado os transistores invertidos do desenho da placa?

    • 27 de junho de 2014 às 22:27

      Giovani, veja que no texto eu comento isto. Ocorre que alguns transistores tem o coletor invertido em relação ao emissor, como neste caso. Se você olhar um BC337 de frente, o coletor é o primeiro pino da esquerda, a base o do meio e o emissor o da direita (CBE). Os transistores chineses são EBC.

  6. Allan
    5 de maio de 2014 às 18:50

    Boa noite, tenho uma Luz de Emergência da marca GOLDEN, estava funcionando prefeitamente durante 7 messes, agora quando fica em modedo “standby” os leds ficam acessos bem fracos.
    o que posso fazer para corrigir esse problema?
    Grato pela ajuda.

    • 6 de maio de 2014 às 23:31

      Allan, reveja este post, onde explico este defeito e também dê uma olhada no outro, sobre melhoria de uma luz de emergência.

  7. 24 de abril de 2014 às 21:11

    Gabrielle :
    Boa noite Você tem algum esquema elétrico de uma luminária de emergência centralizada [led ou fluorescente]?.(pode ser indicação de site, apostilas, livros, revistas..etc). Obrigada

  8. Gabrielle
    24 de abril de 2014 às 20:03

    Boa noite Você tem algum esquema elétrico de uma luminária de emergência centralizada [led ou fluorescente]?.(pode ser indicação de site, apostilas, livros, revistas..etc). Obrigada

    • 24 de abril de 2014 às 21:06

      Gabrielle, não tenho nenhum à mão, mas o princípio é o mesmo de qualquer luz de emergência, apenas tem mais lâmpadas para ligar. Eu vi uma instalação da Vidicom (http://www.vidicom.ind.br – só tem o telefone, a página está em construção), que utiliza uma bateria estacionária para ligar as luzes de emergência de um prédio de 4 andares. Toda a canalização é de ferro, à prova de fogo, bem como as lâmpadas, que são herméticas e do tipo incandescente (e provavelmente de 12V). O sistema ficou muito bom.

    • 24 de abril de 2014 às 21:16

      boa noite Gabrielle, as mesmas luminarias de leds podem ser modificadas para serem energizadas p central de luz de emergencia em todas versões, 110/ 24 volts ou 12 volts ok, trabalho neste segmento ha mais de 25 anos e modifico , instalo e tambem faço a central para luz de emergencia para predios , comercios e em geral ok, bons negocios. paulocesarfaraujo@hotmail.com

  9. 20 de março de 2014 às 16:53

    boa tarde colega, voce pode colocar um resitos de 47 ohms 10 ou 15 watts de fio ok, pode ficar tranquilo que vai alimentas os leds com 3 volts , só tome o cuidado de não deixar o resistor muito voltado para a placa dos mesmos e tambem não encostar na caixa da luminaria , que vai aquecer um pouco , mais vai funcionar ok…..trabalho neste segmento ha mais de 20 anos e ultimamente modifico estas luminarias para esta finalidade [ energizadas por central com bateria automotiva ou selada] meu email: contatoilumiled@bol.com.br

  10. Tadashi
    13 de março de 2014 às 17:03

    Olá Eusebio, gostaria de saber o seguinte, tenho varias placas (somente placas com 30 leds ligados em paralelo desse sistema de luz de emergencia, e gostaria de ligar essa placa no me carro em 12v, ou seja tem a placa com os leds sem nada mais transistor capacitor, ou resistor, ou seja placa com leds ligados em paralelo somente o que preciso para ligar eles no carro? um resistor?se for de quanto? ou qual é a configuração das cores sou leigo no assunto obrigado.

    • 13 de março de 2014 às 22:08

      Tadashi, é como eu demonstro no artigo “LEDs Como ligar, sem queimar”, os LEDs em paralelo não são boa opção. Mas se quiser ligar assim mesmo em 12V, utilize uma fonte de corrente, de preferência com transistor MOSFET, da mesma forma que comentei numa resposta a outro internauta, naquele artigo. O esquema está na figura 62.

      A grande vantagem do MOSFET é que aquece muito pouco, se for um transistor de baixa tensão e alta corrente, como o IRFZ44. Um resistor para alimentar 30 LEDs seria enorme e aqueceria muito, não vale a pena. Veja também o novo post sobre a melhoria no circuito da luz de emergência, acho que é bem o que procuras.

    • 20 de março de 2014 às 16:49

      Tadashi :
      Olá Eusebio, gostaria de saber o seguinte, tenho varias placas (somente placas com 30 leds ligados em paralelo desse sistema de luz de emergencia, e gostaria de ligar essa placa no me carro em 12v, ou seja tem a placa com os leds sem nada mais transistor capacitor, ou resistor, ou seja placa com leds ligados em paralelo somente o que preciso para ligar eles no carro? um resistor?se for de quanto? ou qual é a configuração das cores sou leigo no assunto obrigado.

  11. leonardo
    29 de janeiro de 2014 às 10:34

    ola amigo, vc poderia me ajudar tem um luminária de emergência, de lampada fluorecentes, ela parou de funcionar, ai troquei a bateria, ela sò funciona no teste, ambas as lampadas, e quando a tiro da tomada ele acende por 1 ou 2 segundos e desliga, qual pode ser o defeito?

    • 30 de janeiro de 2014 às 08:24

      Leonardo, provavelmente o sistema de carga da bateria não está funcionando, teste os componentes responsáveis pelo carregamento da bateria. Por exemplo, alguns circuitos não tem transformador de entrada e fazem a redução da tensão da rede elétrica com um capacitor, que tem um valor ao redor de 3 uF (microfarads). Ele pode estar aberto.

  12. lucia
    26 de janeiro de 2014 às 21:54

    Comprei 07 llum luminarias de energência 30 leds bivolt e elas não querem acender apos os primeiros meses de uso…o q. faço..onde posso leva-las p. consertar na grande BH-MG.

    • 28 de janeiro de 2014 às 00:44

      Lucia, conforme já comentado anteriormente no post, o sistema mais adequado para instalação de várias luminárias de emergência é o modo centralizado, pois cada ponto só terá uma lâmpada e o conjunto de baterias poderá suprir a demanda de iluminação por mais tempo do que em luminárias individuais.

      Estas luminárias de emergência simples, na verdade não poderiam ser vendidas no comércio. Deveria haver uma norma que obrigasse os fabricantes a produzirem luminárias de emergência com carregadores adequados, que prolongam a vida útil da bateria, bem como gabinetes à prova de fogo. Não é o que se encontra nas lojas atualmente.

      Minha sugestão é que você encontre alguém interessado em eletrônica, mesmo que seja principiante e que tope o desafio de consertá-las. Mas o custo do reparo poderá sair mais caro do que as próprias luminárias. É que o tempo dispendido em cada uma delas para encontrar o defeito poderá encarecer a mão de obra.

  13. domingos martins
    19 de novembro de 2013 às 12:18

    BOA TARDE COMO DEVO FAZER PARA LIGAR UMA BATERIA DE 12VT EM UMA LUMINARIA QUE UZA BATERIA DE 4,7VT GRATO AGUARDO RETORNO (obs para recarregar a de 12vt eu uzaria um carregador indepetente )

    • 19 de novembro de 2013 às 19:44

      Domingos, há três modificações básicas para fazer: primeiro no circuito que faz a carga, deve ser adaptado para carregar uma bateria com 6 células, ao invés de 2. Nas baterias de chumbo-ácido cada célula fornece 2,2V, quando plenamente carregada.

      O segundo ponto é a corrente de acionamento dos LEDs, que deve ficar em um nível aceitável para eles.

      Se você entende de eletrônica, poderá adaptar um carregador como o que mostrei no blog, “PROJETO – Carregador 6V para uma ou mais baterias”. Lá tem informações sobre as mudanças para carregar baterias de maior tensão. Lá tem dicas que poderão ajudar caso você pretenda utilizar um carregador externo.

      Na parte de controle de corrente para os LEDs, veja o post LEDs – Como ligar, sem queimar. Ao final do artigo, mostro um circuito de controle de corrente, que funciona bem para amplas tensões de trabalho.

      O último ponto é o circuito de acionamento das lâmpadas no momento que falta luz, pode haver necessidade de alterações por causa da tensão de trabalho mais alta.

      Eu ainda acho que o melhor seria fazer um circuito completamente novo, pois são muitas alterações, que poderão dar problemas. Na internet tem muita coisa, e há pouco tempo repassei uns links nos comentários deste post, mais acima.

    • Bruno
      20 de novembro de 2013 às 10:32

      Não é possível visto que o carregador da luminária fornece, no máximo, 6 volts de tensão de carga e corrente baixa, portanto não conseguiria carregar a bateria de 12 volts/7Ah. Você teria que modificar o circuito interno da luminária o que,acredito eu, é inviável.

  14. Anthenor Zagga
    13 de novembro de 2013 às 14:14

    Euzébio, boa tarde. Estou com uma luminária de 63 LEDs marca DL com placa LED-715. Usa 1 transistor 2SC945 e 1 2SD882 em paralelo. Ela não desliga qdº retorna a energia elétrica. Se deixar ela desligada da rede as baterias se descarregam. teria uma solução para esta luminária? (Obs;) já troquei os 2 transistores e 1 resistor que estava alterado o R6 de 0,1ohm/1Watt. os capacitores estão bons.

    • 13 de novembro de 2013 às 14:55

      Anthenor, tenho a dica exata para o seu problema: veja o meu post LEDs – Melhoria de luz de emergência, que é uma continuação deste artigo. Troque por um transistor MOSFET e não se incomode mais.

      Um circuito um pouco diferente, também com MOSFET, mas que não utiliza resistor para cada LED, está no outro post: LEDs – Como ligar, sem queimar.

  15. 12 de novembro de 2013 às 21:12

    Entendendo e atendendo tantas sugestões de pessoas que se utilizam do sistema de luz de emergencia, estou incluindo no circuito das centrais que eu monto, o sistema automatico de auto teste por um periodo determinado da seguinte forma: a central vai ficar com seu funcionamento normal carregando com flutuador , depois de 60 dias esta vai simular uma falta de energia e ficara ligada por 2 horas mantendo sua saida em funcionamento e com isso alimentando as luminarias no circuito, depois das 2 horas o circuito volta a recarregar a bateria , isto sera independente de falta de luz ou não, com isto a bateria terá menos chance de causar efeito memoria, vamos com isso aumentar a vida util da mesma. realmente é muito dificil se ter uma regra para que os responsaveis não e esqueçam de fazer manualmente este auto teste, agora vamos por em pratica automaticamente esta funçao na nossa central de luz de emergencia.agradecemos a todos que nos sugeriram para fazermos esta incrementação que sera de grande valia para as mesmas. agora vamos em frente, mãos a obra.

    • 12 de novembro de 2013 às 22:18

      Paulo, já pensou em produzir este equipamento em uma escala maior? Talvez tenha mercado.

      • 13 de novembro de 2013 às 08:38

        bom dia a todos, ok estamos nos engajando nesse projeto e vamos pra cima do mercado com esta inovação, só saberemos o resultado se nós tentarmos e estamos animados com a idéia, um abraço a todos leitores .

      • paulo cesar ferreira de araujo
        13 de novembro de 2013 às 11:09

        bom dia , pode ser postada uma foto da central que montamos? grato no aguardo, tenha uma otima semana. Att : PAULO ARAUJO

        Date: Wed, 13 Nov 2013 00:18:55 +0000 To: paulocesarfaraujo@hotmail.com

      • 13 de novembro de 2013 às 14:52

        Paulo, pelas configurações do WordPress, não é possível enviar imagem diretamente. Você sobe esta imagem para lugares como o ImageShack ou o Flickr, e depois nos passa o link nos comentários, ok? Talvez o Flickr exiba diretamente, pois os donos são os mesmos do WordPress.

  16. 1 de novembro de 2013 às 10:58

    trabalho com iluminação de emergencia ha mais de 25 anos e pelo que tenho encontrado no dia dia são muitas reclamações nestas luminarias autonomas, por isso eu tenho modificado elas para serem energizadas pela central de luz de emergencia, que podem ser desde as de 12 volts , 24 v e tambem como tem muitos predios antigos com central de luz de emergencia c centrais de 108 volts e isto hoje em dia é muito desperdicio de material e tambem requer muita manutenção , preferimos retira as baterias das luminarias e somente adaptar 1 resistor e pronto elas serão energizadas pela central e nunca terão problema como corrozão da placa de leds e tambem não precisarão da troca da baeria , sem contar a autonomia que sera muito maior nos ambientes de escadaria de predios e saidas de emergencia . atendemos todos tipos de comercio e residencias neste segmento assim como alarmes de incendio e projetos no mesmo setor e fabricamos central de 12 volts e 24 volts com baterias automotiva , damos manutenção e modificamos luminarias de leds, e sim estas luminarias chegaram numa hora em que se necessita ter autonomia com baixo custo e manutenção , atendo qualquer região do pais previamente combinado com antecedencia aí vai nosso contato para qualquer duvida :contatoilumiled@bol.com.br

    • 1 de novembro de 2013 às 21:01

      Paulo, você deve ter percebido que os todos os comentários deste blog são moderados, pois não gosto de ver posts onde tem um monte de gente rasgando seda, sem acrescentar nada. Por isto, eles podem demorar para aparecer. Seus outros comentários foram excluídos, pois são, essencialmente, iguais a este. Também tenho por norma não publicar telefones e endereços.

      De qualquer modo, é evidente que muitos síndicos tem problemas com as luminárias, daí não acho errado você oferecer seu serviços. A garantia de 5 anos, que comentaste em outro texto, é muito interessante. Um sistema de luz de emergência bem construído, poderia durar 20 anos ou mais, necessitando somente de poucas trocas de baterias.

      Ainda assim, acho que um sistema de iluminação de emergência de qualidade deveria fazer por conta própria a carga e descarga das baterias, garantindo deste modo uma longa vida útil.

      Até porque, numa instalação grande, um circuito de temporização, acionando ora um conjunto de baterias, ora outro, compensaria o aumento de custos, porque evitaria uma das tantas incomodações dos síndicos: testar frequentemente a luz de emergência.

  17. paulo cesar ferreira de araujo
    1 de novembro de 2013 às 10:45

    Sergio Ribeiro :
    Olá amigos, sou sindico de prédio e entendo pouco de eletricidade, comprei 11lampadas de emergencia 6936 Key West e duratante os 09 primeiros meses, seguindo corretamente a orientação do fabricante para simulação de falta de energia (simular mensalmente) após 09 meses todas elas não carregam mais durante o ciclo de falta de energia, ja entrei em contato com o ponto de venda (Telha Norte) e com o fabricante DNI – Dani Condutores Eletricos Ltda, porém até o momento estou com a lampadas inoperantes. Atualmente estas lampadas custam em torno de R$ 40,00 aqui na Baixada Santista, vcs acham que vale a pena eu tentar substituir as bateria, ja que as mesmas não repõem a carga quando simulo falta de energia ou parto para compra de novas lampadas? Se a orientação for compra de novas qual o medelo mais indicado? Desde já agradeço a ajuda.

    • Marlos
      4 de novembro de 2013 às 07:25

      Paulo, larga de mão deste sistema, procure o modelo que usa apenas uma bateria central e várias placas de led que deverão ser instaladas no lugar de cada luminária de emergência. É muito mais garantido, a bateria (parecida com a de moto) vc poderá dar carga uma vez por ano, só que vc vai precisar de um eletricista especializado para instalar e o custo é maior. Mas pelo menos vai funcionar e vc vai parar de se preocupar com isso no condomínio.

      • 4 de novembro de 2013 às 11:16

        bom dia marlos, eu ja trabalho com luz de emergencia ha mais de 20 anos e este sistema que vc me indicou eu ja instalei bastante , com baterias seladas de 6 volts e tambem 12 volts e tambem tenho varias centrais de 12 volts com bateria de 45 ah e ate agora não tivemos problemas com autonomia e tambem a manutenção que é baixissima, outra coisa , eu só estou utilizando luminarias de leds que em alguns casos eu modifico para a tensão da bateria proveniente da central ou tambem monto outros tipos de luminarias que ja existem no mercado, estas eu adapto uma placa com 30, ou mais leds, depende da situação, muito grato pela dica e estamos firmes nesse proposito , tenha uma otima semana.

  18. Luiz F
    23 de outubro de 2013 às 16:23

    Eusebio,
    O que voce acha das luminarias de emergencia (Ourolux) cuja caracteristica principal e inovadora é a fonte utilizada de duas pilhas recarregaveis. Ele resaltam que a durabilidade é muito , muito maior que as de bateria. Será que o fenomeno de soltar um polo por conta do axido não vai mais se repetir?
    Atenciosamente,
    Luiz

    • 23 de outubro de 2013 às 19:59

      Luiz, o que estou fazendo é uma avaliação superficial, baseado apenas nas informações do fabricante, sem nunca ter aberto uma luminária destas.

      Primeiro, a utilização de um soquete externo para as pilhas de hidreto metálico de níquel (NiMH) é interessante, pois podem ser trocadas sem retirar a luminária do lugar. Mas pilhas de NiMH vazam também e podem oxidar os contatos. Quanto maior o calor, mais fácil de ocorrer vazamento.

      Outro porém: como são pilhas AA, estas poderiam ser trocadas por outras comuns, por algum desavisado. Conforme for o circuito interno de carregamento, isto poderá fazê-las explodir. Já presenciei uma explosão de pilha comum AA, quando um amigo tentava dar uma sobrevida a ela, com uma fonte de 12V. Aqui, as condições são outras, mas aquela explosão aconteceu com 10 segundos de carga…

      Talvez a maneira mais correta seria colocar pilhas de 3,7V, de polímero de lítio (LiPo), que estão tornando-se populares em lanternas táticas. Elas tem uma numeração que indica o tamanho. Por exemplo, o modelo 18650, tem 18mm de diâmetro e 65mm de comprimento. A capacidade de carga deste exemplo é absurda: 3800mAh, ou 3,8Ah. É uma boa opção, por causa do tamanho diferenciado, mas tem um custo alto ainda.

      De todo modo, qualquer destas pilhas precisa um carregador muito preciso e de preferência com controle de temperatura, pois não podem aquecer nunca. Também correm risco de explosão quando há excesso de temperatura.

      Não duvido da durabilidade alegada (5x mais), mas precisaria abrir uma luminária destas, para verificar o circuito. Se for muito barata, é bem provável que não tenha resistores individuais para os LEDs, o que poderia garantir uma longa vida ao equipamento. Se os LEDs são colocados em série, deverá haver um circuito interno elevador de tensão, para conseguir acioná-los.

      Por ter um formato muito semelhante às luminárias de emergência conhecidas, eu acho que somente substituíram o tipo de bateria e fizeram uma leve modificação no carregador. Mas para ter certeza disso, teria que abrir uma.

      Outra questão é que com a utilização de uma fonte de energia sem metais pesados (o chumbo da bateria comum), o produto é bem aceito no comércio “verde e sustentável” e até pode custar mais caro por causa disso.

      Finalmente, não há qualquer referência nas imagens que informem se ela é fabricada no Brasil. Seria bom saber se o equipamento é importado ou não. Os dizeres do blister estão em espanhol e português.

      Eu gostaria de conhecer uma luminária destas por dentro, para corroborar (ou não) as afirmações acima.

  19. Bruno A. Bonvini
    22 de outubro de 2013 às 18:56

    Caros amigos leitores,

    Ainda existe uma saída, embora um pouco custosa, mas excelente, no entanto, em alguns casos exige serviços de alvenaria no prédio: trata-se do sistema central de luz de emergência instalado no sub-solo do prédio, com banco de baterias estacionárias 12volts x 50 Ah. A manutenção é pouca e periódica, a cada 6 meses ou 1 ano, pelo menos, somente para testar o sistema. Mas como eu disse , a instalação exige projeto e mão-de-obra para tubulação, colocação das luminárias e a durabilidade do sistema bem longa.

    • Luiz F
      24 de outubro de 2013 às 08:19

      Eusebio,
      Obrigado pela resposta.
      Luiz

  20. Jucélia
    22 de outubro de 2013 às 11:53

    Bom dia!
    Sou síndica de um condomínio em Juiz de Fora – MG, e há exatos 6 meses foram instalados lâmpadas de emergência em todos os andares. Desde que foram instaladas apenas uma vez havia faltado luz e elas acenderam perfeitamente, porém isso não aconteceu hoje quando voltamos a ter falta de energia. Achei estranho porque as luminárias são “novas” e por isso resolvi pesquisar na internet antes de correr ligar para o eletricista e pesquisando acabei vindo parar aqui e li tudo que você escreveu a respeito. confesso que muita coisa não entendi porque eletricidade não é a minha praia, mas entendi perfeitamente que você diz que as lâmpadas de emergência não duram como deveriam.
    E agora o que eu faço?
    Tem tão pouco tempo que foram instaladas. Como no caso de um sindico que comentou,aqui, estou aborrecida com isso e com vergonha dos moradores pensarem que investi numa coisa barata, o que não foi o caso, pois fui em várias lojas e todas me indicaram essa que eu comprei, que é da marca LUMM de 30 leds.
    Estou sem saber o que fazer e pensando que no fundo não adianta de nada essas tais lâmpadas de emergência. O que você como técnico pode me sugerir que eu faça? Estou sem rumo e preocupada com a situação que penso que vai ser negativa para mim como síndica.
    Obrigada
    Jucélia

    • 22 de outubro de 2013 às 15:47

      Jucélia e Tércio, vocês são um perfeito exemplo do que está ocorrendo no Brasil todo. Tenho parentes síndicos, que passam pelas mesmas dificuldades.
      Temos aí, vários problemas e muitas oportunidades:
      – Há, certamente, um nicho mal explorado por empresas brasileiras na área de eletrônica. Gostaria de ver um projeto de luzes de emergência, mesmo que fosse com poucos LEDs, mas que não incomodasse com a manutenção. Mesmo as luzes de emergência antigas, com baterias de automóvel, tinham problemas, pois a carga era excessiva e tinham de ser trocadas periodicamente. O único sistema que funciona com certeza e dá grande durabilidade ao equipamento, é construir um equipamento com duas baterias, aliadas a um circuito de carga e descarga. Enquanto uma bateria está descarregando, a outra está com carga completa (ou quase isso), pronta para uso. O sistema funcionaria com carregador flutuante e o bloco de descarga evitaria a “preguiça” das baterias, mantendo-as em estado de prontidão total. Aliado a isso, um bom sistema de controle de corrente para os LEDs. Seria um equipamento que poderia tranquilamente durar 10 ou 20 anos, dependendo da qualidade das baterias. Para garantir a durabilidade, as baterias teriam que ficar de pé, com os furos de ventilação para cima e suas conexões tapadas com vaselina sólida. É uma excelente oportunidade para empresas.
      – Do lado dos lojistas, talvez pudesse ser aumentada a divulgação dos fabricantes nacionais, de modo a incrementar a diversidade de fornecedores.
      – Desenvolver equipamentos pode ser caro, mas é a única maneira de disponibilizar rapidamente a todos nós, brasileiros, os produtos que necessitamos, adequados à nossa realidade.
      – Um aparelho que tem um descarte muito rápido nos traz uma sensação de que aquele produto não cumpriu com sua parte, pois o dinheiro investido não retornou o benefício esperado. Se hoje tantos reclamam pela sustentabilidade ambiental, o descarte prematuro deveria ser duramente combatido, pois é ele que encaminha o esgotamento dos recursos naturais do planeta.
      – Mas tudo isto agrega custos, não é fácil concorrer com o baixo preço dos chineses. Agora, se formos fazer um cálculo, onde entra o custo do equipamento, junto com a durabilidade estimada, poderá tornar-se viável um equipamento que custa o dobro, mas dura 5 vezes mais.
      – Uma última ideia, a respeito da reciclagem destes equipamentos. Muitas luzes de emergência poderiam ser consertadas, mas o custo geralmente não compensa. E se fôssemos propor desafios às escolas técnicas? Sugestões de reutilização, melhoria dos circuitos, sempre focados no objetivo de manter os equipamentos como luzes de emergência.

    • 11 de março de 2014 às 07:12

      bom dia, leia meus posts e qualquer coisa posso ajudar na instalação e manutençao de todo sistema de luz de emergencia, garanto que vai ficar satisfeita com meu serviço e dou garantia de 24 meses ok, um forte abraço.meu email :contatoilumiled@bol.com.br

  21. Bruno A. Bonvini
    21 de outubro de 2013 às 19:23

    Segue um modelo de luz de emergência, com fluorescente, carregador flutuante que corta a corrente quando a bateria atinge a carga, automaticamente.

    http://www.eeweb.com/blog/gary_crowell_jr/fully-automatic-emergency-light

    abs
    Bruno

    • 21 de outubro de 2013 às 22:33

      Bruno, obrigado pelo diagrama, dei uma olhada nele e tenho algumas ressalvas:
      1 – Este circuito detona com a lâmpada, em pouco tempo, pois não faz pré-aquecimento dos filamentos (veja meu post sobre o conserto dos reatores para fluorescentes, onde explico isso).
      2 – São utilizados transistores bipolares para chaveamento, o que é, hoje em dia, ultrapassado. Um transistor MOSFET no lugar daquela associação Darlington, talvez nem precisasse de dissipador.
      3 – Não tem qualquer diodo de proteção contra polarização reversa, que certamente poderá danificar o circuito com pouco tempo de uso. Veja que os relés sempre são acionados com um diodo em paralelo, para absorver a corrente reversa causada pela bobina.
      Continue colaborando, assim todos ganhamos!

  22. Bruno A. Bonvini
    21 de outubro de 2013 às 19:14

    Caro Zebio,

    Ao ler os comentários e dúvidas dos síndicos notei que, infelizmente, eles optam pelo preço em detrimento da qualidade dos produtos. Não sou vendedor, nem pertenço ao quadro de funcionários da Gevi-Gamma, mas, sem dúvidas, é uma das poucas boas em iluminação de emergência. Porém, o custo é bem maior; mas o produto tem uma durabilidade bem maior e pouco sujeito a falhas ou problemas de qualidade. Um sistema de iluminação de emergência tem que ter uma bateria de ótima qualidade e carregador flutuante. Caso contrário, esquece…deixa sem. Você já imaginou, em caso de sinistro, num condomínio, no meio da noite, as pessoas descendo às cegas as escadas? Tudo porque o brasileiro pensa como um brasileiro: isso só acontece com os outros. Não é assim?
    abs
    Bruno A. Bonvini
    Técnico em Eletrônica pelo London Electronics College

    • 21 de outubro de 2013 às 22:24

      Bruno, talvez o que falte seja conhecimento, não má fé, nem economia máxima. Obviamente que um síndico não pode torrar dinheiro dos moradores do condomínio, mas muitas vezes eles aceitam o que as lojas oferecem como bom. Muitas vezes, eles desconhecem completamente os requisitos técnicos de eletricidade. Mas se o síndico tem alguém de confiança, que sirva como consultor em questões técnicas, muitos erros poderiam ser evitados. Isto talvez fizesse com que as lojas passassem a oferecer produtos melhores, não somente os mais baratos, que hoje é a regra. Em qualquer loja de eletricidade,mais de 60% do estoque é de produtos chineses.

      E a empresa que mencionaste, Gevi-Gamma, dei uma olhada no sítio dela. Ela vende produtos mais elaborados, mas também vende o mesmo tipo de luminária que este post trata, que tem 30 LEDs e custa R$25,90 hoje (21/10/2013). Ela utiliza a mesma bateria de 4V e duvido que tenha carregador flutuante. É a triste realidade de muitas empresas: para continuarem competitivas, precisam importar produtos da China e revender com suas marcas.

      • Bruno A. Bonvini
        21 de outubro de 2013 às 23:34

        Caro Eusebio,

        Concordo com você, realmente tinha esquecido desse detalhe. Mas é um grande paradoxo em se tratando de luzes de emergência com leds que tem uma vida útil estimada entre 50 e 100 mil horas, algumas até a 150 mil horas. E, as melhores, não duram mais que 6 meses, e olha lá. Um absurdo, não é? Como fica a norma da ABNT no quesito inspeção?
        abs
        Bruno

      • 22 de outubro de 2013 às 14:48

        Bruno, não sei exatamente como funcionam as normas para o problemas das luzes de emergência, mas sei que há uma portaria do Inmetro (335, de 29/08/2011) que determina as características que a luminária deve exibir, que são: marca, tensão de trabalho, tensão da bateria, fluxo luminoso em lúmens, autonomia e capacidade da bateria. Nem sei se estas características são todas exibidas.

        Quanto à fiscalização, é complicado, pois depende muito da honestidade dos fabricantes e importadores. Não dá para colocar um fiscal na porta de cada empresa. O que devemos fazer é, como consumidores, exigir mais qualidade e incentivar a criação de normas técnicas que obriguem os fabricantes e lojistas a respeitarem um nível mínimo de qualidade. Sites como a Proteste e o ReclameAqui podem ajudar nisso.

        De outra parte, os lojistas deveriam cuidar melhor daquilo que compram, pois muitas vezes, na ânsia de gastarem pouco na aquisição de produtos para venda, acabam gerando mais problemas no futuro, com a perda de clientes.

    • Tercio Laterza
      22 de outubro de 2013 às 08:42

      Bom dia Bruno e aos demais leitores.
      Falo em meu nome, como Síndico, mas acredito que muitos outros concordarão com meu comentário. Antes de mais nada, não opto sempre pelo mais barato. Opto quase sempre pela melhor relação custo x benefício, e às vezes pelo menor custo. Esta opção não é minha, e sim dos Condôminos, que me passam a tarefa de manter os gastos dentro do orçamento que dispõem. É uma realidade que não podemos ignorar: viver dentro do orçamento existente, não gastando mais do que temos. Além disso, não há como termos cotações de produtos que não encontramos. Não duvido do produto que indica, mas o desconheço e não está entre os conseguimos cotação. Os que compramos têm tido durabilidade em torno de 1 a 1,5 ano, que poderia ser extendida não fosse a dificuldade de encontrarmos baterias, além de seu custo proibitivo. Se o produto que indica foge disso e me der uma relação custo/durabilidade melhor ou igual que a atual, teria o maior prazer em comprá-lo (se o encontrasse). Não gosto de descartes prematuros, tanto que entrei em contato com o Zébio justamente na tentativa de reaproveitar os LEDs em lugar de lâmpadas comuns, o que alíás, poderia ser um diferencial do produto que indica, ou de alguma empresa/profissional através da montagem de kits de reaproveitamento das luminárias sem bateria… Ainda que a iluminação seja inferior às lâmpadas comuns, há situações em que são suficientes para seu uso (garagens, por exemplo), e seu consumo é menor que lâmpadas comuns. De qq forma, valeu a dica ! :-)

      • Bruno A. Bonvini
        22 de outubro de 2013 às 18:26

        Caro Tercio,

        Você tem razão, afinal, o síndico e condôminos de um edifício não são obrigados conhecer tudo de tudo. Acredito, sim, que os maiores culpados sãos os lojistas, que sabem dos problemas dos produtos e importadores que trazem esses “lixos” da China. Na verdade, estamos numa “sinuca”. Os produtos de qualidade fogem do orçamento e os baratos não atendem as exigências . O Brasil ainda está engatinhando nas exigências técnicas e fiscalização rígidas.
        Como disse o Zébio: até a Gevi Gamma tem o modelo super “econômico” para poder concorrer.
        Eu passei por esse problema ao instalar luminárias de emergência num prédio, onde a média de idade oscila entre 70 e 80 anos. Vocês podem imaginar a dimensão do problema e responsabilidade. Foram cerca de 45 unidades que no prazo de 2 meses, quase 90% não funcionavam mais; muitas com bateria vazando.
        Se tentarmos produzir no Brasil o custo inviabiliza as venda. Então, o que fazer?
        Eu tenho umas unidades, usadas e retiradas do condomínio citado acima, que duraram mais de 5 anos, da Dynacom – modelo IE16, com 2 lâmpadas fluorescentes, 80/160 lumens. Eram excelentes ! Não troquei a bateria (6 volts /4Ah)porque o custo unitário inviabilizaria o serviço, isso somando-se a mão-de-obra.
        Bem, amigos…nem sei o que dizer….um bom desafio para solucionarmos os problemas dos clientes e ganharmos uns trocos.
        abs

  23. ricardo
    16 de outubro de 2013 às 23:39

    voce é muito bom, estou querendo reaproveitar luminárias autônomas de 30 leds para funcionar em centrais de 12v a 24v, 600w qual a modificação que devo fazer na luminária para retirar a bateria original de 6v ou qual circuito devo montar para esta modificação. sem chave alimentação direta 12v a 24v.

    • 17 de outubro de 2013 às 19:13

      Ricardo, estou preparando outro artigo sobre luzes de emergência, daí talvez eu terei algum esquema para mostrar. Mas na internet tem muitos diagramas, faça por exemplo uma busca com os seguintes termos: emergency lights project 12V. Por exemplo, tem um link interessante do Youtube e dois outros links já na primeira página:
      http://www.circuitstoday.com/automatic-led-emergency-light ou http://www.circuitsgallery.com/2011/12/emergency-led-light-circuit.html. Não testei nenhum deles, só estou retornando o que o Google mostrou. Um deles é 12V, bem simples. Mas para acionar corretamente os LEDs, poderia ser colocada uma fonte de corrente, mostrada no meu post sobre os LEDs (LEDs – Como ligar, sem queimar). Assim, rapidamente, é melhor escolher um projeto pronto, que já foi testado por alguém.

  24. Luiz F
    9 de outubro de 2013 às 14:27

    Eusebiop,
    Nestes quase dois anos como síndico vi que várias destas luminárias pararam de funcionar e fui substituindo-as. Por curiosidade, abri elas para ver o que havia acontecido e, na maioria, era o pólo positivo da bateria que estava oxidado. Soldei-as novamente e a maioria voltou a funcionar mas em pouco tempo pois o fio positivo volta a soltar. Voce poderia me esplicar porque isso acontece? E o que devo fazer para soldar definitivamente o fio vermelho na bateria?
    Atenciosamente

    • 9 de outubro de 2013 às 21:55

      Luiz, a oxidação ocorre porque existe mais algum componente químico junto ao conector, provavelmente uma fissura, talvez ajudada pela posição da bateria. A solução para isto é antiga: em baterias estacionárias de no-breaks de empresas, coloca-se vaselina em pasta para evitar o contato do ar com a superfície metálica das conexões. Para alguma coisa oxidar precisa de oxigênio, obviamente. Deve-se aplicar uma camada generosa e não deixar exposta qualquer superfície metálica das conexões. Inclusive, talvez seja necessário trocar os fios que ligam à bateria, pois podem estar corroídos internamente. Pode-se utilizar vaselina cremosa vendida em farmácias. Não sei se graxas comuns são recomendáveis, pois podem conter metais que causariam alguma outra reação.

      • Luiz F
        9 de outubro de 2013 às 22:52

        Eusebiop,
        Obrigado pela resposta.

  25. Roberto Machado de Oliveira
    8 de outubro de 2013 às 17:49

    Boa tarde!
    Essa luminária realmente durou muito pouco e já fiz as substituições do capacitor C2 e de dois resistores, o R4(620k) e o R2(2k). Acontece que continua apresentando o mesmo defeito que é ficar acesa em qualquer posição da chave tripla de comando(HI-off-Low) quando está carregando. Pergunto então: após fazer alguns testes nos transistores( sem alteração) e o capacitor de entrada C1(possivelmente avariado com fuga), seria o próximo passo trocar esse capacitor? É ele o grande culpado?

    Aguardo retorno.

    Roberto Machado de Oliveira

    • 9 de outubro de 2013 às 21:58

      Se o capacitor tem fuga, pode haver problema, ele poderia queimar os transistores por causa disso. Mas eu ainda trocaria os transistores, pois queimam muito fácil.

  26. Tercio
    12 de setembro de 2013 às 05:47

    Gostaria de saber se há como reutilizar as lâmpadas de emergência led sem o uso da bateria. Também sou síndico de um prédio e me incomoda o descarte destas lâmpadas após a vida útil da bateria. Não sou técnico em elétrica ou eletrônica, mas vi que ligando os fios de energia diretamente nos fios que iam para a bateria, fazem com que ela fique ligada sempre, que me seria útil para reutilização delas não como emergência, mas para iluminação noturna constante em alguns pontos do prédio, em substituição às lampadas tradicionais. Pergunto: esta ligação traz algum risco ? há alguma outra que possa ser feita com segurança ? qual seria a vida útil dos leds ? Desde já, obrigado !!!

    • 12 de setembro de 2013 às 21:59

      Tércio, seguinte: já vi muitos circuitos de luz de emergência queimados, que sempre ficam ligados, inclusive foi o caso deste post. Mas ligar direto na rede elétrica, sem bateria, pode dar problemas. Primeiro, o circuito foi projetado para ligar quando FALTA luz. Se for feito o contrário, o circuito estará danificado, fora do funcionamento normal. Segundo, se a bateria for retirada, também irá com ela uma limitação natural da tensão de trabalho, pois a bateria não deixa a tensão sobre ela ser muito elevada, por causa de sua baixa impedância. Retirando-a do circuito, os LEDs ficarão expostos a sobrecargas, o que poderá piorar a situação, queimando-os rapidamente. A única forma correta é montar circuitos específicos para ligação à rede elétrica. Veja nos comentários anteriores, forneci alguns links sobre este assunto. E a vida útil dos LEDs depende de quanto tempo já foram utilizados, quantas sobrecargas já sofreram e qual a qualidade do fabricante que os produziu.

      • Tercio
        13 de setembro de 2013 às 05:09

        Obrigado pela resposta, rapidez e dicas, Eusebio. Vou tentar entender os links que citou e ver se consigo montar os circuitos específicos e mais adequados, como citou. Mas de qq modo, gostaria de usar apenas 1 como teste “prá ver o que acontece”, já que temos várias nesta situação e um “canto escuro” no prédio que tenho que iluminar rapidamente. Então pergunto se esta ligação traz algum risco à segurança, como provocar algum curto, incêndio, ou algo assim. Obrigado novamente!

      • 14 de setembro de 2013 às 00:46

        Tércio, se você já ligou um e funcionou, em teoria poderia utilizá-lo onde quiser, mas creio que a possibilidade de queimar, literalmente, as peças, é bem real. Como precaução, poderia implantar um fusível com uma amperagem muito baixa, em série com a lâmpada de emergência. Algo como 100 ou 200mA, para a rede de corrente alternada. Isto poderia dar uma pequena proteção ao sistema, diminuindo a chance de incêndios.

  27. Marlos Piazza
    1 de setembro de 2013 às 19:18

    eusebiop, sou síndico de um condomínio. Nestes quase dois anos como síndico vi que várias destas luminárias pararam de funcionar e fui substituindo-as. Por curiosidade, abri elas para ver o que havia acontecido e, na maioria, era o pólo positivo da bateria que estava oxidado. Soldei-as novamente e a maioria voltou a funcionar. As que não funcionaram, retirei a bateria para reciclagem e guardei a placa com os leds. Já tenho umas 8 placas comigo e estava pensando em reutilizá-las. Nos corredores do prédio, utilizamos lâmpadas incandescentes, mas eu queria usar econômicas. Só que devido à minuteira, elas acabam durando muito pouco.

    Agora a minha pergunta: como faço pra ligar estes leds em 220 volts?

    As placas possuem 30 leds em paralelo e eu quero substituir cada lampada incandescente por uma placa.

    • 1 de setembro de 2013 às 23:26

      Marlos, eu tenho algumas ideias sobre o assunto, mas pode demorar para tornar-se um artigo. Tenho visto pequenas fontes chaveadas para ligação direta em 220V, que chamam de drivers. Alguns tem corrente constante, o que pode ser interessante para o seu caso. Tentei estudar alguns desses drivers, mas eles utilizam componentes muito novos, que não estão disponíveis nem em datasheets.

      O mais prático seria calcular a corrente necessária e comprar uma fonte chaveada de 5V com o dobro desta corrente (para não aquecer demais), adaptando o circuito de corrente constante mostrado neste post.

      Um dos próximos artigo tratará justamente do conserto de uma luz de emergência, com melhoria no circuito da bateria, que possibilita utilizar os LEDs acesos por aproximadamente 24h.

      Como opção, dê uma olhada nestes links, eles tem circuitos bem simples, mas você deve estar atento ao problema da tensão reversa, que neste caso será bem danosa aos LEDs se não for limitada. Uma das forma de tratar isto é alimentar os LEDs com corrente alternada, onde metade deles estão em anti paralelo com a outra metade, como é possível ver no primeiro link.

      http://josepino.com/circuits/ac_led

      http://www.electroschematics.com/3623/ac-powered-white-led-lamp/

      Outro modo, para não necessitar rebaixar a tensão, mas somente limitar a corrente: poderia ligar 100 LEDs num sentido, em paralelo com 100 LEDs no sentido reverso, que cada um seria alimentado com uma tensão de 3,3V (220V CA dá aproximadamente 330V CC). Não testei isso, não sei se funcionaria bem.

      • 5 de setembro de 2013 às 21:41

        eusebiop, dei uma olhada nos links mas ainda não achei nada do que eu pretendo fazer.
        Agradeço pela atenção e ficarei esperando novo artigo sobre o assunto. Me interessei no que você falou do conserto de uma luz de emergência com a possibilidade de ficar 24 horas acesa.

      • 5 de setembro de 2013 às 23:35

        Certo, Marlos, aguarde, deve ser um dos próximos 5 posts. Não tenho data certa para cada um, vai do jeito que dá, com o tempo que me sobra.

    • Sergio Ribeiro
      4 de setembro de 2013 às 11:52

      Obrigado amigos, acabei comprando novas lampadas. Agradeo muito os comentrios recebidos no sentido de me ajudar.

      Date: Mon, 2 Sep 2013 02:26:34 +0000 To: sergio.ribeirosv@hotmail.com

  28. 13 de agosto de 2013 às 20:15

    Olá amigos, sou sindico de prédio e entendo pouco de eletricidade, comprei 11lampadas de emergencia 6936 Key West e duratante os 09 primeiros meses, seguindo corretamente a orientação do fabricante para simulação de falta de energia (simular mensalmente) após 09 meses todas elas não carregam mais durante o ciclo de falta de energia, ja entrei em contato com o ponto de venda (Telha Norte) e com o fabricante DNI – Dani Condutores Eletricos Ltda, porém até o momento estou com a lampadas inoperantes. Atualmente estas lampadas custam em torno de R$ 40,00 aqui na Baixada Santista, vcs acham que vale a pena eu tentar substituir as bateria, ja que as mesmas não repõem a carga quando simulo falta de energia ou parto para compra de novas lampadas? Se a orientação for compra de novas qual o medelo mais indicado? Desde já agradeço a ajuda.

    • 13 de agosto de 2013 às 22:55

      Sergio, a maioria das lâmpadas de emergência tem problemas sérios de durabilidade, porque a bateria é carregada excessivamente. Tenho feito testes com um circuito que desenvolvi aqui, que faz os LEDs durarem quase 24 horas ligados, com uma bateria de 4V. Ainda não virou post no blog.

      Veja nos comentários anteriores uma dica que dei sobre o modo de dar um “susto” na bateria, que poderá voltar a receber carga.

      Minhas manutenções são mais didáticas do que práticas, pois muitas delas não tem valor comercial. A luz de emergência geralmente se enquadra nesta situação.

      Além disso, os ciclos mensais de descarga das luzes, você deixa descarregarem completamente? Isto pode ajudar na sobrevida das baterias.

      • 17 de agosto de 2013 às 11:04

        Muito obrigado Euzebio, vou verificar a matéria e informo o resultado. Parabens pelo seu blog.

        eusebiop :
        Sergio, a maioria das lâmpadas de emergência tem problemas sérios de durabilidade, porque a bateria é carregada excessivamente. Tenho feito testes com um circuito que desenvolvi aqui, que faz os LEDs durarem quase 24 horas ligados, com uma bateria de 4V. Ainda não virou post no blog.
        Veja nos comentários anteriores uma dica que dei sobre o modo de dar um “susto” na bateria, que poderá voltar a receber carga.
        Minhas manutenções são mais didáticas do que práticas, pois muitas delas não tem valor comercial. A luz de emergência geralmente se enquadra nesta situação.
        Além disso, os ciclos mensais de descarga das luzes, você deixa descarregarem completamente? Isto pode ajudar na sobrevida das baterias.

    • 11 de março de 2014 às 08:33

      bom dia , se no seu predio tiver a fiação da luz de emergencia nas escadas e nos halls então te sugiro retirar a bateria de cada luminaria e modificar elas para serem energizadas p central de luz de emergencia, dependendo do numero de luminarias que vai usar com apenas uma bateria de 12voltsx 45 amperes vc tera muita autonomia na hoara que houver a falta da energia, sou tecnico e instalador deste sistema ha mais de 25 anos e até agora não vi melhor ideia do que esta ok, as luminarias de leds são excelentes porem o probleme é a bateria que náo vale nada , qualquer duvida aí vai meu contato, caso queira modificar as moesmas eu faço todo este tipo de serviço: contatoilumiled@bol.com.br

  29. Ton Suzart
    1 de julho de 2013 às 11:30

    onde encontrar bateria para essa mesma luminária. 4-v 1.1 a/h ?

  30. Swagger
    20 de maio de 2013 às 19:46

    Olá. A qual tensão e corrente os Leds brancos estariam submetidos para a configuração da figura?

    Esta ligação em paralelo é eficiente ou é aconselhado a colocação de um resistor em série com cada led?

    Abraços.

    • 20 de maio de 2013 às 22:57

      Olá, Swagger, muitas das suas dúvidas são sanadas no último post sobre os LEDs: Como ligar, sem queimar. Está escrito lá, por exemplo, a melhor maneira de ligar os LEDs, e com certeza, não é em paralelo. Veja como fiz com a luminária deste último artigo.

      Quanto à luz de emergência, a bateria tem até 4,4V quando plenamente carregada. Os transistores que acionam os LEDs tem uma queda de tensão de 0,7V, e os LEDs energizam-se perto de 3,6V. Assim, a pequena diferença de tensão a maior que a bateria fornece (0,1V), rapidamente reduzirá por causa do consumo dos LEDs, que será o máximo possível. É este o equilíbrio a que me referi.

      Não medi o consumo dos LEDs, até porque está em preparo um outro artigo com melhorias no circuito, que eliminam muitas deficiências e aumentam a vida útil destes equipamentos. Aguarde.

      • Swagger
        21 de maio de 2013 às 07:13

        Opa, estarei no aguardo então, hehe. Muito obrigado.

        Mas só adiantando, seria aconselhado utilizar como carga LEDs de alta potência? (3,5 V de queda, com consumo de 350 mA). Obrigado novamente.

      • 21 de maio de 2013 às 10:31

        Swagger, uma bateria como a do artigo, de 4V e 1,1Ah, pode fornecer, em teoria 1,1A durante uma hora de uso.
        Mas é uma condição de estresse, pois ela aquece nestas condições.
        Com um consumo de 350mA, em hipótese, ela poderia energizar um LED por pouco mais de 3 horas. Em princípio, não haveria problema, a bateria poderia aguentar este consumo. Mas a qualidade e o estado da bateria pode alterar bastante o tempo de descarga.

  31. Jonas Fernandes
    18 de maio de 2013 às 19:01

    Olá Amigo e essa Bateria aonde compro, pois tenho um desse onde a bateria recebe carga mas, não acumula nada isto é esta ruim ( 4V) estou no RJ. obrigado.

    • 19 de maio de 2013 às 01:01

      Jonas, qualquer loja decente de material elétrico tem estas baterias, mas elas podem custar quase o preço de outra luz de emergência. Você poderia tentar duas coisas: outra bateria, proveniente de um ferro velho que recicle materiais eletrônicos, ou uma “reativação radical”: ligue por poucos segundos uma fonte de 12V, positivo da fonte com positivo da bateria e negativo com negativo. Se puder, verifique a corrente que passa pela fonte, que deverá ser algo em torno de 100mA. Se ela alcançar este patamar, coloque no aparelho para carregar.
      Se a corrente for muito baixa, pode deixar mais alguns segundos os 12V, até aparecer uma resposta. Eu recuperei uma bateria de 4V que só tinha 2V (uma célula). Com os 12V, “acordei” a bateria e ela carrega-se normalmente, alcança 4,4V. Não sei se o sucesso da reativação será possível em todos os casos.

      • Paulo Henrique
        2 de junho de 2013 às 16:30

        Olá Eusébio, comigo aconteceu a mesma coisa! Eu tenho uma luminária Led da marca LDU e derrepente quando acabou a eletricidade ela não acendeu. Medi a bateria (4v 1,3 A/h) e só tinha pouco mais que 2 volts. Procurei na internet e achei este comentário seu. Tirei a bateria e liguei em uma fonte com pouco mais de 12v por alguns segundos e, com o auxílio de um voltímetro, medi a amperagem que era até mais que 1 Ampere quando estava carregando. Recoloquei-a na luminária e realmente começou a carregar. Deixei a noite toda carregando e hoje de manhã estava completamente carregada! Obrigado!
        Agora eu pergunto: a minha luminária estava na posição vertical e a bateria ficava como pólo positivo para baixo e o negativo para cima. Será que por causa disso ela apresentou este problema ????
        Obrigado pela dica que resolveu o meu problema ! Parabéns pelas suas dicas valiosas no seu blog !!!!

      • 2 de junho de 2013 às 23:30

        Olá, Paulo Henrique, em princípio, a bateria poderia ficar em qualquer posição, pois é “selada”. Na verdade, o eletrólito desta bateria é um gel, por isto a chamam de selada, mas ela tem furos para expelir os gases que se formam durante o funcionamento.
        O importante é que estes gases não fiquem presos dentro do aparelho, pois podem corroer a fiação da bateria, o que é bem comum, aliás. Muitas vezes, os fios da bateria tem que ser trocados, poisestão oxidados internamente, em toda sua extensão.

  32. Alcides Cardoso de Pádoa Neto
    10 de abril de 2013 às 09:11

    Bom dia! Estão corretas as conexões dos transistores no esquema acima?
    Grato.

    • 11 de abril de 2013 às 12:03

      Falha nossa, Alcides!! Já corrigi o esquema no post, qualquer outro erro, pode avisar, muito obrigado!

  33. Sandra
    22 de março de 2013 às 11:45

    Bom Dia!
    Tenho diversas lampadas de emergencia da Force Line mod.587, sera q compensa consertar? Não tenho ideia quem possa consertar isto, vc pode me indicar, estou na zona oeste de São Paulo. Grata – Sandra

    • 22 de março de 2013 às 20:03

      Olá, Sandra, não conheço este modelo de luz de emergência. Mas se for semelhante aos que já tive contato, provavelmente dará muito trabalho consertá-los. Se o defeito apareceu antes, em até 3 meses depois da compra, você poderia falar com o fabricante, para encontrar uma solução. Inclusive contatá-los para verificar a possibilidade de conserto destas luzes.
      Acesse o endereço da Force Line, Rede de Assistência Técnica: http://www.forceline.com.br/novosite/redeassistencia.aspx, provavelmente haverá alguém por perto que poderá lhe ajudar.
      Não jogue no lixo estas luzes, pois dentro de cada uma tem uma bateria com grande quantidade de chumbo, um metal pesado e perigoso. Poderá descartar em algum supermercado que recolha lixo eletrônico ou na empresa autorizada da Force Line que você escolher.
      O meu intuito, no blog, é informar como as coisas funcionam e o que os fabricantes poderiam melhorar em seus produtos, ou seja, é mais voltado à parte técnica. Estou preparando um post sobre a forma de ligação dos led’s destas luzes de emergência que, na sua grande maioria, são feitos para queimar. Aguarde, em breve.

    • 28 de janeiro de 2014 às 09:12

      Bom dia, vc pode modificar as mesmas para serem energizadas por uma central de 12 volts ou 24 volts ok, agora se estiver usando a bateria da mesma para emergencia tera que procurar alguma loja que vende baterias e aí eles montam um modulo na voltagem correta, porem acho que o valor não valerá a pena , trabalho neste segmento ha mais de 20 anos e ultimamente modifico estas luminarias para esta finalidade [ energizadas por central com bateria automotiva ou selada]

    • 11 de março de 2014 às 07:26

      Bom dia, vc pode modificar as mesmas para serem energizadas por uma central de 12 volts ou 24 volts ok, agora se estiver usando a bateria da mesma para emergencia tera que procurar alguma loja que vende baterias e aí eles montam um modulo na voltagem correta, porem acho que o valor não valerá a pena , trabalho neste segmento ha mais de 20 anos e ultimamente modifico estas luminarias para esta finalidade [ energizadas por central com bateria automotiva ou selada] meu email: contatoilumiled@bol.com.br

  34. gethidani
    12 de março de 2013 às 21:59

    Boa noite.
    Porque a luz de emergencía acende mesmo com a energia ligada?
    Onde acho essa anomalia no mesmo?

    Obrigado pela atenção.

    • 12 de março de 2013 às 22:34

      Olá, Gethidani, você não diz o modelo da luz de emergência, vamos supor que seja o esquema mostrado mo meu post. Certamente, pelo menos um dos dois transistores que acionam os leds está em curto-circuito, entre coletor e emissor. Assim, estes transistores não funcionam como chave, pois esta é a função deles: desligar os led’s quando tem energia na rede. Inclusive, pode haver mais componentes queimados, leia o artigo com cuidado que você descobrirá quais são.

  35. sadi
    15 de fevereiro de 2013 às 02:43

    amigo se eu quiser usar um transformador 9v 800Mah em vez desse sistema fast, o que eu precisaria mudar no esquema? é que ja tenho a bateria de 4v, e na net so acho esquema com baterias de 6v.

    • 21 de fevereiro de 2013 às 07:38

      Olá, Sadi, em princípio seria somente retirar R1 e C1 e ligar ao transformador. Mas como os componentes foram ajustados para aceitar altas tensões de pico, não sei se funcionaria perfeitamente, talvez teria que alterar o valor de outros componentes. Quanto à carga da bateria, você poderia dar uma olhada em outro post meu. No alto, à direita da página do blog, tem um mecanismo de busca, excelente para buscar os artigos do meu blog. Coloque a palavra chave ‘carregador’ e veja um dos artigos que é o projeto de um carregador para baterias de chumbo.

  1. 15 de janeiro de 2014 às 17:45
  2. 4 de novembro de 2013 às 10:19

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